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Gereba Donquixote
xote xote
Com o propósito de trazer produtos de
qualidade e importância cultural ao mercado, o Selo independente Pôr
do Som, lança o Cd, “Dom Quixote Xote Xote” de Gereba, com
distribuição da BrazilMúsica! / Atração.
Inspirado na obra de Dom Quixote, neste disco, Gereba, busca
aproximar o mundo poético musical nordestino do universo mítico de
“Dom Quixote de La Mancha” de Miguel Cervantes.
O trabalho tem as participações especiais do ator Paulo Betti,
Projeto Guri e o coro de crianças da UNIBES. Nas parcerias os poetas
dão o tom: Abel Silva, Tuzé de Abreu, Luiz Carlos Bahia, Capinan,
Klevisson Viana, Carlos Pita, João Natal, Patinhas, João Bá, Thomas
Barreto, Assis Ângelo, foram os que embarcaram com Gereba neste
desafio de transformar Cervantes em animados xotes, baiões, cocos,
arrasta pé e emboladas.

O CD conta ainda com encarte ilustrado por Klevisson Viana, que se
inspirou na peça Dom Quixote, e uma faixa multimídia na qual consta,
além das fotos, imagens do espetáculo e um vídeo com a participação
de crianças do projeto Guri.
TEXTOS
ESCRITOS PARA O CD
“DON QUIXOTE XOTE XOTE”
"De violão em punho GEREBA sonoriza moinhos de ventos numa saga
musical quixotesca, onde expressivamente deixa fluir sua
particularíssima reinvenção do cancioneiro brasileiro. Do Sertão
baiano para Sampa, GEREBA traduz uma viagem de circunavegação na
metaleitura de Cervantes."
Décio Galvão, atual Secretário da Cultura de Natal–RN.
“Nosso sertão e a Mancha de Dom Quixote se irmanam. Ao descrever o
povo manchego, o escritor e
filósofo espanhól Miguel de Unamuno disse: “É uma casta de
compleição seca, dura, tostada pelo sol e curtida pelo frio, uma
casta de homens sóbrios, produto de uma larga seleção provocada por
um gelado e rigoroso inverno e uma série de penúrias periódicas,
produzidas pela inclemência do céu e pela pobreza da vida”. Para um
leitor desavisado, pode parecer Euclides da Cunha. É aí que entra
nosso Gereba, ao colocar o Cavaleiro da Triste Figura a cavalgar
pelo Raso da Catarina, ao som de um coco de Chico Antonio. O
resultado é pura delícia.”
Fernando Granato, autor de “Nas Trilhas de Quixote”, Editora
Record/2005.
“Como
Cervantes, Gereba compreendeu a essência do homem com Dom Quixote e
Sancho Pança. O eterno sonhar de Dom Quixote e o bom senso de Sancho
nos fazem acreditar que o homem é essencialmente sensível às coisas
belas e fantásticas e que, por mais cético que seja, nunca deixará
de perceber a beleza e a fantasia que existem no mundo”.
Telma Dias é diretora dos musicais infantis “A Lenda do Quebra
Nozes” e “Don Quixote”, além de “Sertão Sertões São”, todos com
trilhas e direção musical de Gereba.
GEREBA
Gereba, baiano de Monte Santo, é compositor, cantor e
instrumentista.
Em seus 30 anos de carreira foi gravado por grandes intérpretes como
Elizeth Cardoso, Fagner, Amelinha, Dominguinhos, Paulo Moura na
Argentina por Leon Gieco e na Alemanha pelo guitarrista Folkan Crieg,
fez arranjo para Caetano Veloso (Canto do Povo de um lugar-disco
Jóia) e em mais de 40 discos: Moraes Moreira, Macalé, Oswaldinho.
Fez parcerias com diversos poetas como Paulo Vanzolini, Capinan,
Renato Teixeira, Patatativa do Assaré, musicou poemas de Machado de
Assis e Câmara Cascudo.
Em 2002 lança o disco "SERTÃO" em homenagem a grande obra de
Euclydes da Cunha "Os Sertões" onde contou com as participações de
Dominguinhos, a Orquestra Sinfônica de Natal e arranjos de Julio
Medaglia.
É o mestre e maestro da ópera de CANUDOS, CD feito em homenagem ao
centenário de Canudos (1997) onde faz uma viagem sentimental e
musical pela região, misturando o real e o imaginário, conduzindo o
ouvinte numa caminhada pela história da resistência de um povo que
sonhou e construiu uma comunidade igualitária, mas que foi
destruído, sem rendição, pela intolerância e a força bélica das
elites brasileiras.
Nos anos 1970, fundou o Grupo Bendegó e os Trovadores Urbanos.
Levou pela primeira vez a serenata brasileira para a Europa sendo
homenageado com seu Grupo "Trovadores Urbanos" pela embaixada
brasileira na sala Vilas Lobos em Paris, finalizando grande turnê
pelo sul da França e Espanha. E o seu Projeto "Forró e Gol" para São
Francisco - Califórnia.
Introduziu
o forró no carnaval baiano com seu projeto "Carnaforró" trazendo
Luiz Gonzaga e Dominguinhos e criando o "Circuito Barra - Ondina"
sendo o primeiro trio elétrico a rodar pela orla marítima em 1986.
Dirigiu e atuou no musical "Sertão Sertões São" fez a trilha para "A
Lenda do Quebra Nozes" e "Dom Quixote", os dois primeiros foram
escolhidos para representar o Brasil no Festival Internacional do
Mercosul no Uruguai e Argentina.
De 1997 a 2001 realizou o Projeto "Serenata na Umes Gereba Convida"
onde Gereba recebeu grandes interpretes brasileiros: Silvio Caldas,
Inezita Barroso, Monica Salmaso, Arrigo Barnabé, Antonio Nobrega,
Armandinho, Dominguinhos, Paulinho Nogueira, Canhoto da Paraiba,
Xangai, Batatinha, Tom Zé e outros.
Discografia:
Sertão • CD - 2002 – Paulus
Canções que vem do sol • CD - 2001 - Paulus
Forró da Baronesa • CD - 2000 - CPC-UMES
Canudos • CD - 1997 - CPC-UMES
Cantando com a platéia – Tom Zé e Gereba (1990) • Independente -
Vinil
COMENTARIOS SOBRE GEREBA
“As músicas de Quincas do Quincas que é meu é de João Augusto e de
Gereba, aqui estão neste disco, falam da vida , da morte e do amor,
cantam a Bahia e o povo, no baião ‘QUINCAS BERRO D’ÁGUA de Gereba e
Patinhas.
JORGE AMADO (comentário do para o encarte do disco sobre a trilha da
peça “QUINCAS BERRO D’ÁGUA” feita por Gereba)
“O disco de Gereba é uma ópera popular, um épico brasileiro”.
Mauro Dias (sobre o CD Canudos – Estado de São Paulo)
“O competente violeiro de Monte Santo, Gereba incorporou a alma
africana do flautista Pixinguinha”.
José Neumanne Pinto – Jornalista – Jornal da Tarde
“Gereba é uma preciosidade da Musica Popular Brasileira. Suas
músicas são belas, puras e falam a linguagem da alma. O CD Canudos
mostra bem essa grandeza.
Micau Barreto – Sindicalista
“Gereba tem luz própria. Esta Luz é essência cultural. É a sua
identificação como artista de primeira grandeza”.
Chico Liberato – Artista Plástico e cineasta
“O violão de Gereba tem uma das sonoridades mais raras e mais puras
que conheço. É um violão feminino, terno, materno, matreiro,
brasileiro. Surpreendente doçura dissonante.
Patinhas – João Santana – jornalista
“ Gereba é desses que numa pedra de meteorito consegue o milagre das
flores”
Capinam – poeta e escritor
“Gereba que bom ouvi-lo de verdade em tantas canções bonitas que
você compôs com boa doçura brasileira”.
Antonio Calado – Escritor
“Gereba firma-se como artista consciente de uma trajetória que o
reinscreve na história da música brasileira”.
Dacio Galvão – Escritor e poeta
“Gerebach, assim Gereba foi batizado nas águas da Bahia de Todos os
Santos pelo musico Suíço Walter Smetak (Guru dos tropicalistas).
Gerebach fez opção pelos caminhos mais espinhosos. Entretanto por
contradi(c)ção . Gereba nasceu aliado ao que existe de mais profundo
da música transnordestina, a sua santíssima trindade: Luiz Gonzaga
do sertão, Jackson do Pandeiro do brejo e Dorival Caymmi do mar”.
Arnaldo Xavier – escritor |