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Zé
Maria
A Arte no Homem
Entre nesse mundo de
pedras e de velhos troncos de arvores e descubra nossos trabalhos,
nossas filosofias e as filosofias das personalidades esculpidas por
mim.
Este é o nosso mundo onde reciclamos matérias-primas
transformando-as em Artes. |
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Márlon
Viana
Começando pela criação
de esculturas a partir do aproveitamento de velhas peças de ferro,
aço, madeira, borracha, etc. Desde o ano de 2003 passou a produzir
efetivamente suas primeiras telas, mantendo sempre seu estilo
irreverente a
partir de técnicas abstratas e da reutilização de materiais
diversos, promovendo uma arte de características próprias e
sensibilidade versátil. |
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Marcos Anthony
Uma visão de beleza e
harmonia das formas com apurado sentido de plasticidade. Veja mais.. |
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Fátima Ceramista
A maior característica
dos trabalhos de Fátima é a perfeição com que evidencia as
características marcantes dos seus personagens sendo o pé sua marca
registrada sempre grande, mas mantendo uma proporção que os torna
fortes e rústicos,
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ALICE
MASIERO
O dia –a-dia e a infância são o ponto de
partida para as imagens criadas por Alice Masiero. Suas telas surgem
exatamente de maneira criativa como consegue colocar em suas telas
fragmentos daquilo que vê e momentos que recorda. Esses temas ganham, em seu
trabalho pictórico, uma visão lírica muito pessoal e constituem uma poética
que merece observação atenta.Veja mais.. |
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Carmem
Sílvia Seibert
Trajetória e Resultados
Carmem Sílvia Seibert, nascida em Porto Alegre/RS, graduou-se em
Artes Plásticas (UFRGS), especializando-se em fusing (vidro
moldado), unindo a técnica ao talento.
ABORDAGENS:
A reciclagem é fundamental para a conservação do planeta, pois
diariamente produzimos toneladas de lixo que muitas vezes acabam
poluindo os rios, solo e o ar.
Uma garrafa de vidro demora mais de 1000 anos para se decompor.
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Gaspar d’Oliveira
Quando crio uma obra,
procuro não me limitar à moda de uma arte decorativa, mas crio com o
intuito de alertar aos que a contemplam sobre as questões do mundo,
como meio-ambiente, política, religião, injustiças sociais e o
pensamento humano,
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ERMÍNIO SOUZA
Nas amplas superfícies de cor que absorvem e irradiam ao mesmo tempo luz e
espaço, o artista Ermírio Souza elabora uma linguagem que nos dá súbitas
visões dos elementos por ele pintados, multiplicando e desafiando o espaço
de nossas concepções, revelando a força e a comoção da época em que vivemos,
de culminâncias, meditação e inquietação.
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De Mello Souza

Como numa alegoria fauvista,
ao mesmo tempo transcendental e chã, De Mello Souza apresenta-nos suas
figuras, filhos híbridos de Botero, Tamara de Lempika, Salvador Dali e
Rousseau.
Confira esse delírio, cuja transcrição em tela e tinta o artista, soube
tão bem resolver.
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Rafael Camargo
As cores predominantes são tons de azul, terra, quase sempre escuros ou
esmaecidos, e vermelhos intensos, com que trabalho de forma mais vibrante
em freqüentemente associação ao dourado, gótica urbana, com grande
influencia dos estilos musicais.
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Vitangelo Paolucci Junior
procuro trabalhar
com uma linguagem figurativa e claro isso tem muito a ver com o
cotidiano e com o que o artista passa internamente....por tantas
vezes ele próprio entrando em conflito com ele mesmo....e alem da
cor procuro expressar algo através do olhar de cada individuo
representado na minha obra.
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Maria da Glória

A intensidade da obra as transparências e força impressa em
pinceladas vigorosas e cores suaves, mas provocantes na expressão e
intenção dos temas.
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Nascida em Rosário, província de Santa Fé,
Argentina em 1974. Perdeu a audição quando era bebê por causa de meninghite
encefálica. Mudou-se para Rio de
Janeiro, Brasil, durante a ditadura militar, em 1981. Com talento para a
arte - com o apoio dos pais, artistas também - recebe uma profunda educação
sobre pinturas, filmes, teatros, etc... Foi criada num mundo artístico. Sua
primeira escola de arte, com menos de dez anos e depois, já adulta, foi a
Escola de Artes Visuais, no Parque Lage, Rio de Janeiro. Completados por
estudos da Figura Humana com o Prof. Manoel Fernandes e aulas de pintura e
vídeo com o Prof. Charles Watson. Com quem realizou um workshop em New York,
fazendo parte de um grupo de estudantes, pintores e publicitários. Também
colaborou em muitos dos trabalhos de seu papai, Arturo Uranga, como
assistente da Direção de Arte e Cenografia em filmes de longa-metragem. Em
1999 até 2001, cursou fotografia na Faculdade Estácio de Sá e seus trabalhos
posteriores foram exibidos em varias mostras nacionais e internacionais.
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Zé Tarcísio
Artista de talentos múltiplos, o cearense Zé Tarcísio
se auto-define como um repórter plástico, com mais de 44 anos
dedicados
a observar e retratar. |
Instalação: “Rogai”
Zé Tarcísio
O inquieto Zé Tarcísio está sempre metido em um novo projeto. Para
comemorar os seus 65 anos e a criação da FUNZÉ (Fundação Zé Tarcísio),
ele propôs ao MAC uma instalação no mínimo curiosa pelo seu ineditismo
em utilizar-se da luz natural das salas do museu. Serão quatro grandes
“backlights” instalados nestas salas que
utilizam-se da luz solar para se iluminarem;
trazem para o público imagens de recente pesquisa plástica que o
artista tem trabalhado em
computador. A instalação lida com a religiosidade cristã ao explorar o
universo das imagens de santos disseminadas nos centros de peregrinação do estado, como a cidade de Canindé. |
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Obra Nome |
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WAGNER BARJA |
AKD-MICO |
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(1986)
Roland Campos, em seus "Instantâneos da poesia visual brasileira"
faz uma leitura de AKD-MICO, que ele considera um poema-rébus
perfeito, uma instalação que critica ferinamente o establishment
artístico ao colocar, atrás de um vidro, bananas formando as letras AKD e, junto a elas, um mico que as devora e desorganiza, deformando
o modelo estabelecido. E Sarja ri do próprio incômodo que cria, ao
colocar atrás de outro vidro, um segundo mico, comendo por sua vez
as banana-letras POLE, carnavalizando a própria polêmica ao criar
esta obranome que filia Barja "à estirpe da poesia visual em que a
carga e significados é aportada por meio de um conluio do verbal com
o não-verbal. No caso, com acréscimos de ironia". ÁLVARO FALEIROS |
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Os objetos poéticos minimalistas do designer Luís Eduardo
Resende (Resa). |
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Cartas marcadas
poesias visuais |
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Os objetos poéticos minimalistas do designer Luís Eduardo
Resende (Resa). |
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.CARLOS BORGES série
“Paisagens” |
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A série “Paisagens” tornou-se
emblemática na obra pictórica de Carlos Borges e destacou-se em
concursos e salões de artes plásticas questionando suportes e
aspectos da tridimensionalidade real na pintura. Estas obras
intrigam pela cor e pelas formas, sempre no limiar do rompimento |
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Vertigem
II |
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HERMÍNIA
METZLER
Pintura, Pura. |
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Os trabalhos
apresentados para esta mostra são produto de uma investigação
acerca de imagens que brotam fortes de seu inconsciente que se
mostra antenado ao inconsciente coletivo. De seu universo
pictórico, brotam criaturas e seres que ainda em processo de
mutação, impressionam. As nuances e veladuras comprovam
maturidade desta artista no dominio de seu metiê... a pintura,
pura. |
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| Guache Encerado
Sobre Tela |
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A
pintura carnal de Márcio Franco se inscreve na tradição
antropofágica. Não por devorar os símbolos das culturas que não
são nossas, mas por colocar em cena uma flora e uma fauna nossa
que são devoradoras.
O olho carnívoro do seu tucano não se deixa simplesmente ver,
ele olha e engole o espectador. Um pássaro que não é portanto
objeto do olhar, é sujeito também. Entre o bicho e homem a
relação que se estabelece é de igualdade - como no Sítio do
Pica-Pau Amarelo, onde tanto falam os homens quanto os animais.
O tucano de Márcio Franco foi por ele justamente comparado à
bandeira do Brasil. Azul, verde,
amarelo num fundo lilás - a outra cor que a natureza brasileira
privilegia. Realista a sua arte? Antes
filiada ao realismo mágico porque é a magia da nossa realidade
que o pincel dele faz surgir,
são as cores torridas, efervescentes do Brasil.
A pintura de Márcio Franco, mineiro radicado em Paraty, vive do
exagero da cor, é tão
carnavalesca quanto a escultura de Aleijadinho foi. Pela
exuberância, a sua flora
e a sua fauna - bromélias, bananeiras e orquídeas, tucanos,
araras e papagaios - evocam os primeiros anjos que tiveram sexo,
os anjos da igreja de São Francisco de Ouro Preto,
tão sensuais que poderiam figurar emqualquer carro alegórico da
Sapucaí.
Betty Milan
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