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Pénamidia

Espaço Cultural 508 Sul

Leilão Virtual

 

 

Gelatina de Peixe (60 cáps)
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Zé Maria
A Arte no Homem

Entre nesse mundo de pedras e de velhos troncos de arvores e descubra nossos trabalhos, nossas filosofias e as filosofias das personalidades esculpidas por mim.

Este é o nosso mundo onde reciclamos matérias-primas transformando-as em Artes.

Márlon Viana

Começando pela criação de esculturas a partir do aproveitamento de velhas peças de ferro, aço, madeira, borracha, etc. Desde o ano de 2003 passou a produzir efetivamente suas primeiras telas, mantendo sempre seu estilo irreverente a
partir de técnicas abstratas e da reutilização de materiais diversos, promovendo uma arte de características próprias e sensibilidade versátil.

Marcos Anthony

Uma visão de beleza e harmonia das formas com apurado sentido de plasticidade. Veja mais..

 

Fátima Ceramista

A maior característica dos trabalhos de Fátima é a perfeição com que evidencia as características marcantes dos seus personagens sendo o pé sua marca registrada sempre grande, mas mantendo uma proporção que os torna fortes e rústicos, Veja mais..

 

ALICE MASIERO
O dia –a-dia e a infância são o ponto de partida para as imagens criadas por Alice Masiero. Suas telas surgem exatamente de maneira criativa como consegue colocar em suas telas fragmentos daquilo que vê e momentos que recorda. Esses temas ganham, em seu trabalho pictórico, uma visão lírica muito pessoal e constituem uma poética que merece observação atenta.
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Carmem Sílvia Seibert
Trajetória e Resultados


Carmem Sílvia Seibert, nascida em Porto Alegre/RS, graduou-se em Artes Plásticas (UFRGS), especializando-se em fusing (vidro moldado), unindo a técnica ao talento.

ABORDAGENS:

A reciclagem é fundamental para a conservação do planeta, pois diariamente produzimos toneladas de lixo que muitas vezes acabam poluindo os rios, solo e o ar.
Uma garrafa de vidro demora mais de 1000 anos para se decompor.
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Gaspar d’Oliveira

Quando crio uma obra, procuro não me limitar à moda de uma arte decorativa, mas crio com o intuito de alertar aos que a contemplam sobre as questões do mundo, como meio-ambiente, política, religião, injustiças sociais e o pensamento humano, Veja mais..

ERMÍNIO SOUZA

Nas amplas superfícies de cor que absorvem e irradiam ao mesmo tempo luz e espaço, o artista Ermírio Souza elabora uma linguagem que nos dá súbitas visões dos elementos por ele pintados, multiplicando e desafiando o espaço de nossas concepções, revelando a força e a comoção da época em que vivemos, de culminâncias, meditação e inquietação. Veja mais..

De Mello Souza

 

 

Como numa alegoria fauvista, ao mesmo tempo transcendental e chã, De Mello Souza apresenta-nos suas figuras, filhos híbridos de Botero, Tamara de Lempika, Salvador Dali e Rousseau.
Confira esse delírio, cuja transcrição em tela e tinta o artista, soube tão bem resolver.  Veja mais..

Rafael Camargo

As cores predominantes são tons de azul, terra, quase sempre escuros ou esmaecidos, e vermelhos intensos, com que trabalho de forma mais vibrante em freqüentemente associação ao dourado, gótica urbana, com grande influencia dos estilos musicais. Veja mais.

Vitangelo Paolucci Junior

procuro trabalhar com uma linguagem figurativa e claro isso tem muito a ver com o cotidiano e com o que o artista passa internamente....por tantas vezes ele próprio entrando em conflito com ele mesmo....e alem da cor procuro expressar algo através do olhar de cada individuo representado na minha obra. Veja mais..

Maria da Glória

 A intensidade da obra as transparências e força impressa em pinceladas vigorosas e cores suaves, mas provocantes na expressão e intenção dos temas. Veja mais..

Nascida em Rosário, província de Santa Fé, Argentina em 1974. Perdeu a audição quando era bebê por causa de meninghite encefálica. Mudou-se para Rio de
Janeiro, Brasil, durante a ditadura militar, em 1981. Com talento para a arte - com o apoio dos pais, artistas também - recebe uma profunda educação
sobre pinturas, filmes, teatros, etc... Foi criada num mundo artístico. Sua primeira escola de arte, com menos de dez anos e depois, já adulta, foi a Escola de Artes Visuais, no Parque Lage, Rio de Janeiro. Completados por estudos da Figura Humana com o Prof. Manoel Fernandes e aulas de pintura e vídeo com o Prof. Charles Watson. Com quem realizou um workshop em New York, fazendo parte de um grupo de estudantes, pintores e publicitários. Também colaborou em muitos dos trabalhos de seu papai, Arturo Uranga, como assistente da Direção de Arte e Cenografia em filmes de longa-metragem. Em 1999 até 2001, cursou fotografia na Faculdade Estácio de Sá e seus trabalhos posteriores foram exibidos em varias mostras nacionais e internacionais.

Zé Tarcísio

Artista de talentos múltiplos, o cearense Zé Tarcísio se auto-define como um repórter plástico, com mais de 44 anos dedicados a observar e retratar.

Instalação: “Rogai”
Zé Tarcísio
O inquieto Zé Tarcísio está sempre metido em um novo projeto. Para comemorar os seus 65 anos e a criação da FUNZÉ (Fundação Zé Tarcísio), ele propôs ao MAC uma instalação no mínimo curiosa pelo seu ineditismo em utilizar-se da luz natural das salas do museu. Serão quatro grandes “backlights” instalados nestas salas que utilizam-se da luz solar para se iluminarem; trazem para o público imagens de recente pesquisa plástica que o artista tem trabalhado em computador. A instalação lida com a religiosidade cristã ao explorar o universo das imagens de santos disseminadas nos centros de peregrinação do estado, como a cidade de Canindé.

Obra Nome

WAGNER BARJA

AKD-MICO

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(1986)
Roland Campos, em seus "Instantâneos da poesia visual brasileira" faz uma leitura de AKD-MICO, que ele considera um poema-rébus perfeito, uma instalação que critica ferinamente o establishment artístico ao colocar, atrás de um vidro, bananas formando as letras AKD e, junto a elas, um mico que as devora e desorganiza, deformando o modelo estabelecido. E Sarja ri do próprio incômodo que cria, ao colocar atrás de outro vidro, um segundo mico, comendo por sua vez as banana-letras POLE, carnavalizando a própria polêmica ao criar esta obranome que filia Barja "à estirpe da poesia visual em que a carga e significados é aportada por meio de um conluio do verbal com o não-verbal. No caso, com acréscimos de ironia". ÁLVARO FALEIROS

Os objetos poéticos minimalistas do designer Luís Eduardo Resende (Resa).
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Cartas marcadas poesias visuais

Os objetos poéticos minimalistas do designer Luís Eduardo Resende (Resa).

.CARLOS BORGES série “Paisagens”
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A série “Paisagens” tornou-se emblemática na obra pictórica de Carlos Borges e destacou-se em concursos e salões de artes plásticas questionando suportes e aspectos da tridimensionalidade real na pintura. Estas obras intrigam pela cor e pelas formas, sempre no limiar do rompimento

Vertigem II

Cláudia Verônica Pinturas e Mosaico

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HERMÍNIA METZLER Pintura, Pura.
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Os trabalhos apresentados para esta mostra são produto de uma investigação acerca de imagens que brotam fortes de seu inconsciente que se mostra antenado ao inconsciente coletivo. De seu universo pictórico, brotam criaturas e seres que ainda em processo de mutação, impressionam. As nuances e veladuras comprovam maturidade desta artista no dominio de seu metiê... a pintura, pura. 

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Guache Encerado Sobre Tela

A pintura carnal de Márcio Franco se inscreve na tradição antropofágica. Não por devorar os símbolos das culturas que não são nossas, mas por colocar em cena uma flora e uma fauna nossa que são devoradoras.
O olho carnívoro do seu tucano não se deixa simplesmente ver, ele olha e engole o espectador. Um pássaro que não é portanto objeto do olhar, é sujeito também. Entre o bicho e homem a relação que se estabelece é de igualdade - como no Sítio do Pica-Pau Amarelo, onde tanto falam os homens quanto os animais.
O tucano de Márcio Franco foi por ele justamente comparado à bandeira do Brasil. Azul, verde,
amarelo num fundo lilás - a outra cor que a natureza brasileira privilegia. Realista a sua arte? Antes
filiada ao realismo mágico porque é a magia da nossa realidade que o pincel dele faz surgir,
são as cores torridas, efervescentes do Brasil.
A pintura de Márcio Franco, mineiro radicado em Paraty, vive do exagero da cor, é tão
carnavalesca quanto a escultura de Aleijadinho foi. Pela exuberância, a sua flora
e a sua fauna - bromélias, bananeiras e orquídeas, tucanos, araras e papagaios - evocam os primeiros anjos que tiveram sexo, os anjos da igreja de São Francisco de Ouro Preto,
tão sensuais que poderiam figurar emqualquer carro alegórico da Sapucaí.
Betty Milan